

A Pastoral da Mulher em Belo Horizonte, iniciou suas atividades no ano de 1982.
Tudo começou a partir de um “Encontro Vocacional”, onde foi partilhada pelas
formandas da Congregação das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor, a missão
específica da Instituição que é trabalhar junto à mulher em situação de
prostituição. Após a partilha o então pároco da Igreja da Nossa Senhora
da Conceição Padre Judas Tadeu Vivas do Bairro Lagoinha, convida as Irmãs
Oblatas para iniciar um trabalho naquela região, onde havia uma concentração
significativa de prostíbulos. As irmãs Ir. Ivoni Grando e Ir. Encarnação
se dispuseram e Padre Tadeu convidou pessoas de várias pastorais leigas
(os) voluntárias (os) da paróquia para se juntar-se a elas e assim dar início
ao trabalho com as mulheres.
Com o objetivo de conhecer a realidade das mulheres o grupo de Irmãs e leigas
(os) se reunia uma vez por semana para estudar temas referentes a prostituição
inclusive estudaram o documento de estudo da CNBB que se trata da prostituição.
Dessas reuniões resultaram na formação de uma equipe a qual deram início as atividades.
Depois de um tempo de estudo, a equipe deu início as visitas nos prostíbulos do bairro.
Foi-se aproximando e conhecendo as necessidades das pessoas envolvidas neste contexto e
constituindo-se lentamente a criação de vinculo, de amizade e confiança junto às mulheres em
situação de prostituição.
No ano de 1987 a Pastoral da Mulher, constituiu-se como Associação e passou a ser ligada a pastoral
social da Arquidiocese de Belo Horizonte. A partir dessa data recebe o nome de Associação da Pastoral
da Mulher Marginalizada.
No ano de 1987 a Pastoral da Mulher, constituiu-se como Associação e passou a ser ligada a pastoral
social da Arquidiocese de Belo Horizonte. A partir dessa data recebe o nome de Associação da Pastoral
da Mulher Marginalizada.
A Associação da Pastoral da Mulher Marginalizada (APMM) tem por finalidade contribuir e apoiar para a
emancipação e humanização das mulheres marginalizadas, especialmente daquelas que ganham a vida no
exercício da prostituição. Trabalhando no resgate de sua cidadania, fortalecendo sua auto-estima,
ampliando seu conhecimento sobre as questões sociais, de gênero, saúde, trabalho. Realizando-se, atividades
comunitárias, religiosas, culturais e artísticas voltadas para promover-lhes à reintegração social e a
efetividade de seus direitos.
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